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 Ficha de James Woods

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James Woods
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Mensagens : 2
Data de inscrição : 04/11/2012

MensagemAssunto: Ficha de James Woods   Dom 04 Nov 2012, 12:19 am

Nome:James "Wovoka" Woods
Jogador:Idem
Naturalidade:Americana (Oregon)
Classe:Civil
Cidade: Boston
Antiga Profissão: Lenhador/Caçador
Idade:26
Comportamento: Líder

Atributos

Woods foi criado por índios do Oregon e treinado para ser um guerreiro e caçador. Porém não teve muito contato com o mundo exterior.
Físicos: 6
Força:1 +2
Destreza:1+3
Vigor:1+1

Sociais:3
Carisma:1+2
Manipulação:1
Aparência:1+1

Mentais:5
Percepção:1+3
Inteligência:1+1
Raciocínio:1+1


Habilidades
Perito em armas brancas, sempre utiliza machados e arcos, também tem vasto conhecimento sobre caça, pesca e botânica.

Talentos:8
Prontidão:2
Esportes:
Briga:2
Esquiva:1
Empatia:
Intimidação:
Liderança:3
Manha:
Lábia:

Perícias:11
Emp. c/ Animais:3
Ofícios:0
Condução:0
Etiqueta:0
Armas de Fogo:0
Armas Brancas:3
Segurança:
Furtividade:2
Sobrevivência:3

Conhecimentos:5
Computador:
Engenharia:
Investigação:1
Geografia:2
Linguística:
Medicina:
Botânica:2
Mecânica:
Psicologia:

Vantagens

Mesmo como um estranho em meio aos índios, Woods era tratado como irmão, recebeu o melhor treinamento em localização e botânica.

Habilidades especiais:

Mapear (dificuldade -1 em ações que envolvam mapeamentos)
Você raramente se perde. Possui uma capacidade estratégica de criar mapas mentais de locais onde você já esteve e reproduzi-los no papel.
Utilizado por: Militares, Geógrafos, caçadores, entre outros.

Fitoterapia (dificuldade -1 em ações para localizar plantas medicinais)
Você é capaz de transformar o extrato de uma planta em remédio ou veneno, pois conhece suas propriedades.
Utilizado por: Curandeiros, Médicos, Biólogos, Botânicos, Farmacêuticos, andarilhos, entre outros.


Virtudes:
Autocontrole:1+2
Consciência:1+2
Coragem:1+3

Prelúdio:

Uma Velha picape parou no meio da estrada de Oregon, na base do monte Hood. O jovem rapaz dentro dela estava pálido e o medo era visível tanto nele quanto na garota. Não aparentavam ter mais e 18 anos.
Ao encostar no acostamento da estrada começou a cair uma leve chuva sobre a estrada dando um bom complemento ao Led Zeppelin que tocava na rádio da picape. O rapaz olha para a garota, com um ar preocupado.
- É o melhor que podemos fazer.
A garota ignora o rapaz e olha para a criança. Não parecia ter mais de semanas, e só a luz do teto da picape já era o bastante para machucar seus olhos. O rapaz toma a criança das mãos da mulher, enquanto esta passa a chorar. O rapaz destranca a porta da picape e chuta com o pé enquanto segura a criança.
A chuva engrossava. Ao sair da picape o rapaz encara a criança por alguns segundos e atravessa a estrada.
Já eram mais de 3 da manhã e a pequena chuva agora se transformava em uma tempestade.
A garota fechava os vidros, e acenava para o rapaz ser rápido. O rapaz suspirou, entro no meio da floresta de pinheiros.
Meia hora depois o rapaz volta do meio dos pinheiros. a garota estava dormindo usando a jaqueta do rapaz como cobertor. O rapaz abre a porta da picape, a luz do teto acende e assusta a garota.
O rapaz coloca a chave na ignição fica em silêncio por alguns minutos . A garota coloca a mão em seu ombro.
- Você fez a coisa certa. Se meu pai descobrisse você provavelmente iria morrer.

O silêncio permanece por alguns segundos e o rapaz gira a chave na ignição. O motor demora um pouco para pegar. A garota se vira para o vidro. O rapaz olha para os pinheiros e chora, enquanto acelera e vira o carro de volta para a cidade.


Dentro da floresta um índio de cabelos longos e grisalhos passava com uma bolsa lotada com toras de madeiras. O índio para quando ouve um choro agudo vindo de longe. Um bebê estava na base de um pinheiro largo e alto. O índio deixa a bolsa no chão e olha um pouco para a criança. O choro agora para e por alguns segundos, o barulho da chuva diminui. O índio pega a criança em um de seus braços e sai dali.

Ao chegar a aldeia dos índios Paiute, já de manhã, o índio entra em uma tenda larga e marrom, lá dentro um velho homem fumando um longo cachimbo e comendo junto aos filhos o encara. Os outros na tenda o olham desconfiados.
Depois de explicar o acontecido o velho manda os outros para fora do local e pega a criança em seus braços. Depois de alguns minutos ele encara o homem que trouxe a criança por alguns instantes.
- Thavibo, existe uma lenda sobre o messias da aldeia. Seu nome é Wovoka, que significa "lenhador". Ele foi um grande líder da nossa nação, quando ainda tínhamos força, antes dos brancos chegarem aqui nas rochosas. Segundo a lenda, Wovoka se reencarnaria como o messias da nossa nação e levaria ela para o seu auge por meio da "dança dos fantasmas", aqueles que estão mortos retornariam à vida e nós voltaríamos ao nosso esplendor. E você encontrou ele no pé de uma árvore, Thavibo.

Thavibo sentou-se junto ao velho enquanto o bebê movia os braços. Thavibo só acenava positivamente com a cabeça com o discurso do velho.

- Foi uma tragédia o que aconteceu com sua esposa e seus filhos. Mortos feito animais pelos brancos. Depois nós somos os selvagens. Você não encontrou esta criança, ela o encontrou. Você foi nosso melhor guerreiro na juventude. Você não tem mais família alguma, e ainda assim ela te escolheu. Você treinará ele para ser o melhor guerreiro, e nosso próximo líder.

Thavibo pega a criança no colo e sai da tenda. O velho acende novamente o longo cachimbo, enquanto imagina o futuro da criança.

Com o passar do tempo, a criança se tornou um grande guerreiro, com conhecimentos da caça, pesca, plantas e da arte da guerra. Nunca abandonou seu arco, e sua faca de caça, que era mais utilizada para fazer flechas do que para caça, e sua machadinha, que servia tanto para luta, quanto para cortar árvores.
Aos 26 anos já era o melhor guerreiro e caçador da aldeia. Fora treinado sua vida inteira para ser o melhor, e foi isso o que se tornou. Porém tinha a missão de ser o grande líder do seu povo.

No dia em que se tornou líder, a aldeia acendeu várias tochas, ao redor da aldeia e houve uma grande festa. Logicamente não tinham muitos índios, seu povo caminhava rumo à extinção, tanto pelo pouco número de pessoas, quanto pelos que escolhem ir embora da aldeia para viverem como pessoas normais. Mas isto estava prestes a mudar. Wovoka levaria os paiute ao seu auge.
Porém, as chamas do ritual levaram a aldeia ser cercada por várias pessoas. Ao avistarem, os índios se preparavam para a guerra.

-Os brancos devem saber de você, e querem nos impedir.
Disse Thavibo, enquanto tossia.
Wovoka olhou atentamente para o modo que eles andavam.
- Eles não são pessoas normais, pai.
Thavibo fechou um pouco os olhos para concentrar a visão neles. A cada dia ele ficava mais cego.
- Tem razão, alguns mal tem braços, tem o rosto desfigurado.
Wovoka fez sinal para os outros colocarem fogo nas flechas.
- Agora que você falou isso, lembrei de uma história sobre a "dança dos fantasmas". A profecia dizia que você ia trazer os mortos de volta para nos ajudar.

Um dos índios que tinha ido para tomar uma atitude diplomática com os brancos foi atacado e os zumbis o atacavam e comiam sua carne, repartindo suas pernas e abrindo suas barrigas.
Wovoka gritou para atacarem.
Mas eram poucos, e pelo visto, não conseguiam ser mortos. Rapidamente, eles invadem as defesas.

-Você tem que sair daqui. Você não pode morrer, é a última esperança. Nós morreremos com honra para dar chance de você conseguir ajuda!
-Jamais, eu ficarei aqui e lutarei como o guerreiro que você criou. Como salvarei o meu povo se deixar eles aqui para a morte???

As últimas defesas foram quebradas, e um zumbi morde o braço de Thavibo. Ele grita com raiva e afasta o zumbi de seu braço, ensanguentado. Como um reflexo, Wovoka puxa a machadinha e corta a cabeça do zumbi.
-Wovoka eu estou te ordenando, saia daqui. Estamos perdidos. Corra até a tenda de guerra, pegue flechas e seus pertences, pegue um cavalo e corra!!

Wovoka pegou calças e sua bata de caça, sua aljava seu arco, sua faca e sua machadinha. Amarrou uma sela no cavalo, e derrubou as tochas, incendiando a aldeia e rumou à cidade de Salem County.


Ao chegar em Salem County, 50 quilômetros da aldeia, a cidade parecia ter sido abandonada. Ruas vazias, carros no acostamento com portas abertas, ainda sujos com sangue, com rádios ligados chiando enquanto só um com uma fita do Lynyrd Skynyrd tocando com um volume baixo em uma El Camino batida em um poste de madeira.
Wovoka deixou o cavalo na rua amarrado no retrovisor de um ônibus escolar vazio. Preferiu andar , para não despertar atenção, caso existam zumbis na cidade. Primeiramente tentou visitar a delegacia, sem resultados, a mesma coisa com a farmácia e o corpo de bombeiros.
Quando estava desistindo, ele ouve um barulho vindo de um bar. Ao arrebentar a porta da frente, um velho de cabelos ralos e barba grossa, quebrava um taco de sinuca na cabeça de um zumbi. Ao virar e limpar o sangue, Wovoka reparou que o homem tinha olhos claros como os dele. O velho, era magro, calvo, e mostrava uma tremedeira na mão esquerda. A camisa que o velho usava mostrava manchas antigas de sangue, e já estava um tanto rasgada. O velho era relativamente parecido com Wovoka, fisicamente. E o que restou de seu cabelo, e que ainda não era grisalho, era castanho como o de Wovoka. O velho percebe a presença de Wovoka e aponta o taco quebrado para ele.
-Eu posso estar sem óculos, mas consigo ver sua cabeça, se você não está aqui para me morder, me diga logo.
-Eu não vim te morder.
-Quem diria. Mesmo no fim do mundo ainda existem clientes dispostos a pagar para beber.
Wovoka retira o capuz de sua cabeça e descansa o arco em cima do balcão.

-Garoto, nada contra, nós ficamos abertos no dia do Superbowl, mas dias de ataques de pessoas mortas canibais não estão inclusos.

- Não estou aqui para beber, homem. Minha aldeia foi atacada por estes canibais. Preciso saber de onde vieram.
O homem solta uma risada enquanto se dirige ao Balcão e pega o pano de secar copos para limpar o sangue do seu rosto.
-Aldeia atacada? De onde raios você veio garoto? Esses zumbis já se espalharam faz tempo.

O homem depois de secar o rosto, pega um revolver que estava dentro de um copo fundo e coloca os óculos que estavam em cima do balcão, e encara o rapaz.
- Vo-Você...

O homem coloca a arma no balcão e abraça Wovoka. Dá um tapa nos ombros dele e abre um sorriso.

-Deus tem um senso de humor sombrio, filho, é muito bom ver que está vivo. Se sua mãe ainda estivesse viva...
Wovoka olha desconfiado para o homem.
-Eu não sou seu filho, homem. Meu pai morreu na minha aldeia ontem.
O Homem pega um pouco do Whisky do balcão e coloca em dois copos.
- Você foi encontrado por índios, então. Eu rezei todos os dias da minha vida depois que te abandonei naquela floresta.
Wovoka se senta e toma um pouco do Whisky.
-Você mente, homem. Eu não fui abandonado. Eu sou o messias do meu povo. Meu pai morreu ...
O Homem coloca, as mãos no ombro do filho.
-Me desculpe, filho, eu tive meus motivos, mas eu me arrependo todos dias da minha vida depois de ter te deixado lá. O seu avô é um homem poderoso aqui. Digo, antes de 5 de seus funcionários abrirem seu estômago e comerem seu intestino.
-Eu não acredito em você homem.
-Você pode ficar com quanta raiva quiser, você tem direito, e tem razão, e eu sei que seus amigos índios eram como uma família para você, mas eu sou o que sobrou de familiares, James.
-James?
-James Woods. Era o nome de seu avô,meu pai, e era o nome que eu queria colocar em você.
-Sou chamado de Wovoka. Eu acabei de conhecer você, mas algo me diz que devo confiar em você. Você é?
-Frank Woods. Esse negócio de mortos levantando deve ser uma novidade para você. Olhe... nós ainda temos parentes em Boston, e disseram pelo rádio, até essa porcaria parar de funcionar, que a outra costa tinha algumas cidades sem infectados, eu estava me preparando para ir para lá... Ou para colocar uma bala na minha cabeça.
-Boston... Eu não tenho muito conhecimento sobre cidades. Mas comida e água não vão ser problema algum. Juntos poderemos ter mais chances contra o exército de zumbis...
-Nós podemos ficar aqui, claro, mas nós praticamente somos s únicos humanos de Salem county.
- Não, nós temos que sair daqui, encontrar outras pessoas e parar com essa "dança dos mortos".
- Tudo bem. Eu tenho uma picape antiga, ela não é muito rápida, mas é discreta. E os carros rápidos daqui estão junto com os infectados.
-Tudo bem, vamos logo.

O velho pegou um bocado de bebidas do bar, o restante de munições que sobraram e jogou em uma bolsa que parecia ter sido costurada em 3 pontos diferentes. A porta dos fundos do bar levava a uma garagem, e a picape estava de baixo de 2 cobertores que foram costurados para fazer uma capa de carros caseira. Era a mesma picape de 26 anos atrás e estava até bem conservada. Era a primeira vez que Woods andava de carro, pelo menos a que ele lembra.

A picape saiu cortando o gramado da casa da rua da frente em direção à rodovia, ao entrar na rodovia, haviam alguns errantes no acostamento. A maioria não conseguia se arrastar, mas percebiam a picape passar. Frank colocou uma fita antiga no rádio. O rádio fez alguns barulhos e Frank deu um soco na parte de cima do painel. Começou a tocar Black Dog do Led Zeppelin, e James pegava no sono depois de passar a noite acordado. Boston poderia ser um novo começo, uma área sem infectados, ou uma emboscada. Mas agora era só esperar.

Personalidade:
James Woods cresceu longe da cultura americana, isolado, não conhece nada sobre tecnologia, livros, filmes, e cidades. É um líder e guerreiro nato, inspirando coragem em seus companheiros, e foi treinado para ser o melhor. É um líder capaz de tomar decisões em prol do grupo sem hesitar, porém, não é capaz de abandonar nenhum camarada para trás.
É um excelente arqueiro, sendo esta sua arma predileta.

Propósito:
Rumavam a Boston, alguns parentes ainda moravam lá, e poderiam achar algum lugar que ainda não foi infectado. James ainda tinha esperança de encontrar mais indígenas de seu povo no caminho ou em Boston.


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HaSSaM
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MensagemAssunto: Re: Ficha de James Woods   Dom 04 Nov 2012, 12:40 am

James, o sistema mudou um pouco. Aki vc encontra o modelo de ficha modificado:

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E aqui o sistema a ser empregado, como Natureza e comportamento. Há um para lider, mas com outro nome.

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E não é permitido colocar dialogos no preludio... Se quiser pode anexar. Assim facilita tanto a vida do avaliador quanto do Narrador.

Obrigado.
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Jimmy Morris
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MensagemAssunto: Re: Ficha de James Woods   Seg 05 Nov 2012, 12:53 pm

Faz as alterações solicitadas pelo Hassam e depois avalio. E realmente evite usar diálogos se for possível substituir, faça-o.
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Dai Tenshi
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MensagemAssunto: Re: Ficha de James Woods   Sex 09 Nov 2012, 12:03 am

James eu ainda não vi a sua modificação, quando vc modifique comente para avaliarmos e aprovamos a sua ficha.

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MensagemAssunto: Re: Ficha de James Woods   

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